Albergaria-a-Velha está em risco “muito elevado” de incêndio a partir de hoje, dia 18, e até segunda-feira, dia 22 (inclusive) – este é o segundo nível de risco de incêndio mais grave na escala do IPMA. Consulte aqui as atividades proibidas durante este período.
O concelho de Albergaria-a-Velha está, a partir de hoje e até dia 22 de agosto (segunda-feira) em risco “muito elevado” de incêndio rural. De acordo com a classificação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) este é o segundo nível de risco de incêndio mais elevado – considerando os cinco níveis atribuídos pelo IPMA: reduzido, moderado, elevado, muito elevado e máximo.
Durante os dias de risco elevado – 18, 19, 20, 21 e 22 de agosto – é proibida a:
- Realização de queimadas e obrigatório ter autorização para queimas de amontoados.
- Utilização, nos territórios rurais, de motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, equipamentos com escape sem tapa-chamas, equipamentos de corte, como motosserras ou rebarbadoras, e métodos mecânicos que gerem faíscas ou calor.
- Utilização de máquinas agrícolas e florestais com alfaias ou componentes metálicos em contacto direto com o solo, bem como a realização de operações de exploração florestal de corte e rechega, das 11h até ao pôr-do-sol.
- Utilização, nos territórios rurais, de fogueiras e outras formas de fogo para atividades de recreio – como fogueiras, fogareiros, grelhadores – ou fumar.
- Prática de fumigar ou desinfestar apiários, lançamento de foguetes e balões de mecha acesa – os Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha alertam, na página do Facebook, que esta regra inclui “a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.”
Na conferência de quarta-feira do IPMA com os ministros da Administração Interna e Ambiente, onde se alertou para a terceira onda de calor deste ano, Miguel Miranda, o presidente do Instituto, deixou um apelo aos portugueses relativo ao cumprimento destas regras: “O esforço feito até agora foi importante”, notou, “mas tem que continuar e cada vez de forma mais rigorosa para sermos capazes de chegar ao fim da época mais crítica para o desenvolvimento de fogos rurais.”
Texto redigido por Beatriz Ribeiro
















