A aumentar, a nível nacional, há cinco anos seguidos, a fatura da água tem um valor médio de 34,65€. No concelho, sobe para 47,03€, apenas menos 4,40€ do que o município mais caro. A fatura mais económica do país não chega aos dez euros.
A fatura da água em Portugal voltou a aumentar em 2026, registando a quinta subida consecutiva. Para um consumo doméstico de 10 metros cúbicos, o encargo tarifário médio de um agregado familiar é de 34,65€, segundo dados da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.
Deste bolo, 41% representam abastecimento de água, 32% de saneamento de águas residuais e 27% paga a gestão de resíduos urbanos (27%). Os números foram avançados com base nos dados disponíveis até 30 de junho, podendo os valores finais mudar até ao fecho do ano, como sublinha a ERSAR.
Numa análise comparativa nacional, Grândola lidera a lista de concelhos com faturas de água mais elevadas, registando um encargo mensal que chega aos 51,39€. Seguem-se:
- Amarante (48,08€)
- Vila Real de Santo António (47,39€)
- Loulé (que pode chegar aos 47,18€)
- Albergaria-a-Velha (47,03€)
- Ovar (47,01€)
- Barreiro (46,15€)
- Valongo (45,78€)
- São João da Madeira (45,52€)
- Baião (45,32€)
- Alenquer (44,98€)
- Trofa (44,04€)
Em contrapartida, Castro Daire é o município que cobra menos pelos serviços de águas e resíduos (9,62€), ao qual se seguem:
- Vila Flor (9,9€)
- Oliveira de Frades (10,12€)
- Terras de Bouro (10,56€)
- Vila Nova de Paiva (10,62€)
- Tabuaço (11,21€)
- Resende (11,95€)
- Mourão (14,01€)
- Aljezur (15,10€)
- Vila Nova de Foz Coa (15,01€)
Os contrastes entre concelhos de Portugal Continental podem ser analisados no mapa interativo disponibilizado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.
Fonte: SIC Notícias

















