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Sessão pública:"A saúde é um direito. Não pode ser um negócio."

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“Defender o Serviço Nacional de Saúde” foi o mote de uma sessão pública que decorreu durante a manhã do passado dia 15 de fevereiro, no Mercado Municipal – A Praça.
António Filipe, deputado do PCP da As­sembleia da República, esteve presente e fez questão de afirmar que o “Estado tem obrigação de assegurar um serviço nacio­nal (SNS) de saúde que abranja toda a po­pulação. O SNS tem grandes exigências e é preciso que o Estado invista os meios que são necessários de forma a garantir condi­ções de acesso à saúde a toda a população. Atualmente o país está com grandes pro­blemas. Muitas pessoas não têm médico de família e isso leva a uma grande pres­são nas urgências hospitalares e conse­quentemente muitas horas de espera e por aí fora…”. Acrescentou, ainda, que para o PCP “não é aceitável que o Governo se ande a vangloriar por ter sobrado dinheiro do Orçamento do Estado, quando ele fal­tou onde era necessário. É preciso que esse dinheiro seja gastos nos problemas sociais, como a saúde”. Para o PCP o estado não se pode demitir das suas responsabilidades atirando para as autarquias esta responsa­bilidade porque o SNS deve ser igual para todos e não conforme a disponibilidade de tesouraria das autarquias, o que iria acen­tuar as desigualdades de acesso ao SNS.
A Comissão de Utentes marcou presen­ça na sessão e, pela voz de José Freitas, foi afirmado que “Albergaria chegou a um ponto de ruptura ao nível da saúde, mas é preciso ter em atenção: a saúde é um di­reito. Não pode ser um negócio. Além da falta de médicos o centro de saúde tem um problema estrutural em termos físicos e é urgente resolver essa situação”. José Freitas contou uma situação pessoal pela qual pas­sou recentemente. “Pedi, na semana passa­da, uma consulta e essa mesma consulta só foi marcada para maio. 3 meses de espera. Isto é inadmissível. Isto não pode aconte­cer”. Apelou, assim para que “as pessoas estejam atentas, se mobilizem e reclamem por melhores condições de saúde em Al­bergaria-a-Velha”.
No final da sessão, o público presente pode fazer algumas considerações e expor as suas questões.

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