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“Aqui nunca é demais”: Centro de Portugal apresenta nova imagem na BTL 2026

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Três humanoides e um território por descobrir marcam o novo capítulo da promoção turística do centro. Na BTL, sob o lema “Aqui nunca é demais”, o Turismo Centro de Portugal apresentou uma imagem renovada que aposta na tecnologia para reafirmar identidade, diversidade e ambição de crescimento estruturado.


No primeiro dia da BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, o Turismo do Centro de Portugal reuniu parceiros institucionais, autarcas, empresários, produtores e membros do Governo num jantar que serviu mais do que produtos endógenos à mesa. Serviu uma nova visão. Sob o lema “Aqui nunca é demais”, a entidade apresentou o novo selo que marcam o rebranding da marca Centro de Portugal.

Trata-se de um vídeo com um novo olhar sobre o território. Um convite, uma afirmação de identidade, expressão de um território rico, diverso e transformador.

Rebranding estratégico

A nova imagem não rompe com o passado, parte de um caminho considerado seguro e consistente. Desde 2014, a comunicação do Centro de Portugal tem assentado na premissa da afirmação da diversidade do território. Serra e neve, sol e praia, património histórico e militar, espiritualidade, natureza, gastronomia, cultura. Uma amplitude rara, concentrada numa só região.

Luísa Carvalho, agente produtiva da nova imagem, explicou que o desafio foi renovar sem perder coerência. Existia uma estratégia sólida, refletida e consistente, e o objetivo passou por dar-lhe frescura, atualidade e proximidade, mantendo o fio condutor que tem orientado a comunicação da marca.

“Estamos a comunicar um território, de facto, muito diverso. Neste território do Centro, até pela sua altitude, temos uma grande diversidade de fatores que são o apelo para viver o território”, referiu.

“A primeira coisa que fomos estudar foi perceber que aqui havia uma estratégia consistente. Queríamos dar sequência a isso. Apesar de termos premissas bastante seguras, é sempre difícil renovar. Mas é importante renovar a comunicação para a manter fresca, atual, próxima.”

Realizado por Luís Ismael, o vídeo promocional parte de uma ideia arrojada. “Quisemos trazer para o conceito do filme uma contemporaneidade e um tema incontornável hoje em dia: a tecnologia”, explicou Luísa Carvalho.

Três humanoides são enviados para o Centro de Portugal numa missão futurista. Programados para recolher dados sobre o território, representam três dimensões: mente, corpo e espírito.

Um é orientado para a natureza e a aventura. Outro procura introspeção e espiritualidade. O terceiro privilegia o conhecimento, a história e o património. A missão é simples: explorar, analisar e regressar ao laboratório com conclusões objetivas.

“Há quase esta ideia de que a tecnologia pode substituir a nossa humanidade. Nós acreditamos que uma das coisas que faz com que a tecnologia se transcenda são os territórios”, afirmou.

Ao contrário do que se pensa, o território transforma-os. À medida que vivem experiências no Centro de Portugal, deixam de ser apenas observadores tecnológicos e tornam-se mais humanos. No final, optam por não regressar.

A narrativa simboliza o poder transformador do território. Num tempo em que a tecnologia parece disputar espaço à humanidade, o filme propõe uma reflexão. Há experiências que não se medem em dados. Há lugares que nos devolvem ao nosso centro. O Centro de Portugal surge como esse lugar.

A própria produção cruzou tecnologia e humanidade. Recorreu a meios técnicos exigentes, mas também implicou quilómetros percorridos na região e um trabalho de proximidade com o território.

Estruturar o crescimento

Na sua intervenção, o presidente do Turismo do Centro de Portugal, Rui Ventura, destacou os resultados alcançados. “2025 foi o melhor ano turístico da nossa história. Quase 2,5 milhões de dormidas, 552 milhões de euros de proveitos.”

Mais do que os números, valorizou o seu significado. “Significam cinco anos de crescimento sustentável, qualificação da oferta, diversificação do produto e, sobretudo, trabalho em rede.”

O responsável defendeu que o próximo passo passa por estruturar esse crescimento. “Não basta crescer, é preciso estruturar o crescimento. É preciso criar âncoras estruturantes em cada uma das nossas sub-regiões.”

O plano prevê a organização de um grande evento anual associado a cada âncora estratégica. “Nos próximos quatro anos, pretendemos organizar um evento anual para cada uma destas âncoras, com dimensão nacional e internacional”, anunciou.

Rui Ventura deixou ainda um apelo ao compromisso coletivo. “Este projeto não é da entidade regional. Este projeto é do território. A afirmação do Centro de Portugal não depende apenas de financiamento. Depende de alinhamento, de visão comum, de uma ambição partilhada.”

“Aqui nunca é demais”

O novo selo sintetiza essa ambição. “Aqui nunca é demais” afirma a abundância de experiências, de paisagens, de emoções e de património.

O Turismo Centro de Portugal vai estar na FIL até 1 de março.

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