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Danos no parque infantil foram “brincadeira que correu menos bem” e não vandalismo puro

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A situação foi esclarecida na última sessão de Assembleia, onde a presidente da Junta explicou que o episódio não terá correspondido a “vandalismo no sentido em que se costuma utilizar o termo”, mas a uma “brincadeira que correu menos bem”. A resposta surgiu na sequência da proposta da oposição para a instalação de sistemas de videovigilância em alguns locais da freguesia.

Foto: Junta de Freguesia da Branca

O parque infantil da zona desportiva da freguesia da Branca foi alvo de danos na sequência da festa de final de ano do Agrupamento de Escolas, tendo ficado com vários equipamentos afetados. A “ponte” que ligava as duas principais estruturas lúdicas foi derrubada e algumas estacas de madeira que suportam os equipamentos foram danificadas.

Na altura, em meados de junho, a nota foi dada pela Junta de Freguesia da Branca, nas redes sociais do órgão de poder local, e noticiada pelo Jornal de Albergaria. Na última sessão da Assembleia de Freguesia, no passado dia 22 de junho, Sandra Marcelino, presidente da Junta, esclareceu que o ato “não foi de vandalismo no sentido em que se costuma utilizar o termo”, tendo-se tratado de “uma brincadeira que correu menos bem”.

A presidente da Junta indicou ainda que as pessoas em questão estão identificadas e que a situação foi esclarecida junto de alguns dos encarregados de educação. Sandra Marcelino informou que a Câmara Municipal de Albergaria procedeu a um levantamento inicial dos custos da reparação, mas que o valor final ainda está por apurar. 

A informação foi prestada em sessão após a proposta da oposição, PSD/IL, de colocar sistemas de videovigilância em zonas estratégicas da freguesia, um dos objetivos do programa eleitoral da coligação, como foi referido. A presidente da Junta indicou que “é uma solução a ponderar” porque “este não foi um ato de vandalismo puro, mas têm existido outros que realmente foram”.

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Beatriz Ribeiro
Beatriz Ribeiro
Formada em Jornalismo pela FCSH. Com gosto pela escrita e pesquisa de informação, vim de Almada para Albergaria para estar mais próxima das pessoas – a peça central do jornalismo. Amante de música e podcasts, agora aprendo a caminhar sem fones, em busca das vozes dos locais.
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