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PCP preocupado com “situação limite” no CHBV

PCP preocupado com “situação limite” no CHBV

É com preocupação que o PCP encara o anúncio realizado pela administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV) relativamente ao cancelamento de cirurgias nos hospitais de Águeda e Estarreja por 15 dias com o objetivo de reforçar com profissionais de saúde as enfermarias COVID.

O partido reconhece estar “ciente que esta é uma situação excecional” e como tal “merece medidas excecionais que tardam em chegar“. Acrescenta ainda que o aumento dos contágios tem colocado “os trabalhadores da saúde em situação de cansaço extremo que não os afeta só a eles mas também se reflete no atendimento aos utentes“. Na sua perspetiva esta “situação limite” é “fruto do ataque ao Serviço Nacional de Saúde, que se tem intensificado ao longo dos anos” e defende ter de ser resolvida com o reforço dos serviços públicos, em trabalhadores e em meios materiais. Caminho que garante continuar a traçar com a luta pela aprovação das propostas que tem levado à Assembleia da República, para esse fim.

O Centro Hospitalar, em comunicado, explica que a decisão do cancelamento da atividade cirúrgica da Unidade de Ambulatório no Hospital de Águeda durante 15 dias, desde dia 11 de janeiro, e o cancelamento da atividade de pequena cirurgia no Hospital de Estarreja veio no seguimento do “grande volume de doentes com a Covid-19 internados no CHBV e a pressão na procura no Serviço de Urgência nos últimos dias, bem como a previsão de aumento da procura“.

A medida foi tomada depois de ouvido o Grupo de Trabalho de Gestão do Plano de Contingência COVID-19 e permite libertar profissionais para reforçar as equipas afetas ao tratamento da doença. O Centro Hospitalar tem vindo a aumentar o número de camas, tendo atualmente criadas cinco enfermarias para estes doentes, num total de 110 camas, dez delas de cuidados intensivos.

Quanto aos doentes não COVID, o Centro Hospitalar tem aumentado o número de camas com a abertura de mais dez camas suplementares no Hospital de Aveiro e três no Hospital de Águeda.

A atual conjuntura obriga a uma monitorização constante dos fluxos da procura, de forma a responder, com medidas diárias, à evolução da situação“, acrescenta o CHBV em comunicado.

 

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