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Uso de máscara deixa de ser obrigatório

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Apesar de o país “não estar no patamar ideal” o Conselho de Ministros, que reuniu hoje, anunciou o fim da obrigatoriedade do uso de máscara.

Há ainda locais em que é obrigatório, como em lares e hospitais, e ainda transportes públicos, mas, por exemplo, em salas de aula já não.

A ministra da Saúde, Marta Temido, declarou que apesar de não ser o patamar ideal, “o caminho permite neste momento alterar o enquadramento que existia”, sendo um deles o fim do uso da máscara.

As medidas só entrarão em vigor depois de ser publicada a resolução do Conselho de Ministros, tendo ainda de ter a promulgação do Presidente da República.

“Regressamos ao contexto de maior normalidade”, acrescenta ainda a ministra, numa altura em que deixa de ser exigido o certificado Covid em qualquer modalidade para as estruturas sociais e cuidados de saúde e que testes diagnósticos passam apenas a acontecer em casos determinados pela DGS.

Quanto à quarta dose de reforço, Marta Temido avança que “acontecerá antes do próximo outono/inverno podendo ainda haver uma antecipação”, apesar da avaliação que o Governo está a fazer dentro do quadro de recomendação, relativamente às orientações da Agência Europeia.

A ministra avançou que em fevereiro, os peritos recomendaram o levantamento de restrições com base no número de camas em unidades de cuidados intensivos e o número de mortos a 14 dias deveria estar abaixo de 20. Neste momento está em 27,9, apesar do número de internados ser “largamente abaixo” do definido, o país ainda não atingiu esse limite.

“Teremos de ouvir os peritos ao longo do tempo e adaptar os comportamentos ao longo das mudanças de estação”, adiantou a ministra da Saúde reiterando ainda que é possível voltar a modelar medidas sazonalmente. As ministras da Saúde e da Presidência têm-se reunido quinzenalmente com os peritos de saúde pública para existir essa avaliação da evolução da pandemia ao longo do tempo.

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